Produtos que sobrevivem ao tempo

Produtos que sobrevivem ao tempo

Se alguém lhe perguntasse o que a Frutaína, o Leite Moça e a Maizena têm em comum, o que você diria?

Não importa se você nasceu nos anos de 1950, 70, 90… apostamos que esses produtos já estiveram presentes em alguma fase de suas vidas, seja na infância, adolescência ou fase adulta.

Esses são alguns exemplos de produtos com qualidade e tradição, pois só assim, conseguem sobreviver ao tempo.

Aqui, trazemos algumas curiosidades sobre esses produtos tão presentes na vida da gente. Confira:

Leite Moça

Você se lembra das primeiras festinhas de aniversário? Certamente, tinham brigadeiro, olho de sogra, cajuzinho…e quando falamos nesses docinhos, impossível não nos lembrarmos de um ingrediente-chave: o Leite Moça. Originário da Suíça, o produto, que é sinônimo de leite condensado no Brasil, chegou aqui há mais de um século, em 1890 e acreditem, era vendido em farmácias!

Nessa época, tinha o nome de Milkmaid, podendo ser traduzido como “leiteira”. Como os consumidores tinham dificuldade em pronunciar esse nome, passaram a chamá-lo de “o leite da moça”, em referência à figura da camponesa presente nos rótulos dos produtos. Quando a sua fabricante (Nestlé), em 1921, abriu a sua primeira fábrica no Brasil, na cidade de Araras (SP) utilizou o nome que já estava na cabeça dos consumidores: o Leite Moça.

Maizena

Pode ser que, antes mesmo de se aprender a andar, você já comia o popular mingauzinho de Maizena. A marca de amido de milho que também é sinônimo de sua categoria está há mais de 130 anos no Brasil.

E você sabia que o amido de milho foi descoberto por Cristóvão Colombo, para um uso que passava muito longe da cozinha?

No século XVI, na Europa, vestidos, camisas e casacos armados e pregueados eram sinônimo de elegância. Para que ficassem rígidos e sem vincos, eram sustentados por pesadas estruturas de arame.

Ao chegar à América, Colombo viu como os indígenas do continente moíam os grãos de um vegetal até então desconhecido, o milho e obtinham uma farinha. Esta, misturada à água, se transformava numa espécie de cola. Colombo levou a tal cola para a Europa e logo o produto substituiu os aramados nas roupas, dando origem ao hábito de engomá-las – que vem sendo praticado durante séculos.

Frutaína

Tudo começou nos anos de 1970, com a fabricação de uma saborosa bebida que trazia um mix de guaraná, maçã e limão. Naquela época, o único recipiente disponível era a garrafa de vidro, mas hoje temos embalagens que vão de 350ml a 2 litros, passando até pelo recente lançamento o Frutaína Retrô, na versão longneck.

Presente nas festinhas de aniversário de várias gerações, a Frutaína é tão ativa no imaginário popular que você até encontra tampinha em site de colecionador, bar tematizado em SP e um blog antigo com o nome do refrigerante.

Também por isso, o lançamento da Frutaína Retrô foi recebido com carinho entre os seguidores da Refrigerantes Convenção nas redes sociais, como você pode ver aqui.

E você, tem algum outro produto ou marca que traz boas lembranças e faz parte dos seus dias? Conte pra gente nos comentários!

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